BAD LIAR: Selena Gomez promove o seu novo single em Los Angeles, CA
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A continuar a sua divulgação de “Bad Liar“, Selena Gomez dedicou o dia seguinte ao seu regresso a Los Angeles, CA (08) a entrevistas a diversas rádios, tendo novamente comentado sobre o processo de criação da música, aquilo que poderemos esperar de um próximo álbum, o seu namoro com o The Weeknd, a 2ª temporada de 13 Reasons Why, entre outros assuntos. Confere então abaixo as fotos, vídeos e entrevistas já divulgados:

 

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Nos estúdios:

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Entrevista:

Sobre o que virá depois de Bad Liar: “Estava a tocar o meu próximo single no carro, a caminho daqui! É tão bom porque é aí que sinto que a música está neste momento. Acho que é esta a altura certa de eu tentar coisas diferentes, eu sinto que já estou a fazer isso! É tão fixe ver os meus fãs mais novos, que não conhecem o tipo de música dos Talking Heads e com Bad Liar serem abertos com isso.”

Sobre se voltaria a ser mentora no The Voice: “Honestamente ter feito parte desse programa e testemunhar aquilo, vou ser honesta, algumas coisas podem não ser tão autênticas como parecem, mas eu senti-me tão confortável lá porque eles tratam os seus concorrentes como artistas independentes e não se trata apenas de vencer é sobre abraçar diferentes tipos de música. Claro que eu nunca vou dizer que me vou opor a essa ideia, mas foi tão divertido.Mas tenho tanta música boa a caminho que me vou focar apenas nisso agora.”

Sobre o seu novo álbum: ” O ano passado passei por tanta coisa, cancelei a minha tournée e tirei um tempo para mim porque senti que não estava satisfeita com muita coisa, acho que era mais eu a tentar cuidar da minha saúde mental e a minha saúde normal. Depois dessa pausa voltei imediatamente para o estúdio e tenho estado lá há um ano. Então, tecnicamente posso dizer que eu tenho um álbum mas não sei o que vou fazer com isso porque é tudo tão diferente. Todas as músicas que estou a escolher como single são tão diferentes umas das outras, eu amo isso. Não sei em que direção o álbum vai seguir mas eu posso dizer que eu tenho um álbum pois tenho muitas músicas! Eu ainda amo fazer álbuns, sei que a música tem mudado, mas eu ainda tenho a minha base de fãs e eu quero-lhes dar coisas especiais, músicas que não vão estar na rádio, só para eles, coisas desse tipo. Se eu não estiver feliz acho que isso se vai traduzir em tudo o que eu fizer. Eu quero fazer as pessoas felizes, e ainda para mais no mundo que vivemos é apenas isso que eu quero fazer! Quero trazer alguma positividade para a vida de alguém e eu meio que senti que estava criativamente frustrada, tudo estava errado e nada me inspirava e depois da pausa senti que estava mais confiante sobre o que eu queria cantar, era diferente. Quando lancei Bad Liar, não sabia o que esperar, usar uma amostra de uma das melhores bandas de sempre pode funcionar ou não funcionar, essa é a verdade! O facto das pessoas terem gostado, até as pessoas que não gostam de mim, elas respeitaram a música, acho que era esse o meu objetivo, e eu estava muito ansiosa e aliviada ao mesmo tempo porque era muito arriscado, não soa como nada que está agora a nível musical nas rádios. Ouvi muitas pessoas a dizerem que “Oh, a primeira vez que a ouves a música não presta, a 2º vez ela já começa a crescer em ti e na 3º estás viciado!” é engraçado porque não é uma música que as pessoas gostam imediatamente. Acho que encontrar a minha voz me separou de tudo o resto, é meio aí que eu vivo, no mid-tempo, essa é a minha vibe.”

Sobre publicar no Instagram: “Eu acho essas perguntas [sobre o Instagram] tão estranhas. Eu acho que mesmo que não fosse tão famosa, esta rede social iria ser uma das que eu iria usar normalmente. Eu tenho os meus momentos em que faço pausas e há vezes que penso, “Oh isto é uma foto fixe deixa-me publicar”, também não leio nenhum comentário. Às vezes prefiro-me apenas focar na música.”

Sobre se vai lançar Feel Me: “Eu cantei essa música na Revival Tour, e a música é uma das minhas favoritas, é tão divertida e tem uma vibe tão boa, mas eu acho que nunca vai ser lançada oficialmente porque me estou a focar mais no novo material.”

Descrever o álbum em 3 palavras: “Intencional, refrescante e animado.”

Sobre 13 Reasons Why: “Não fiquei surpreendida pela controvérsia que causou, é um assunto difícil de engolir, é uma história complicada para contar, adaptamos a série de um livro que tinha este thriller foi de partir o coração e é desconfortável, e eu acho que na 2º temporada muitas perguntas vão ser respondidas, vão haver muitas resoluções e repercussões e vai dar continuação ao que aconteceu já. Hoje em dia as crianças estão expostas a tanta coisa que para mim, eu fiquei surpreendida, pois se eles estão a ver esta série acho que é bom, pois eles vão aprender a não ser tão maus. As crianças sabem tudo nos dias de hoje, a minha irmã de 4 anos já sabe como funciona um telemóvel, é assustador. Mas estou muito orgulhosa do projeto, acho que fizemos uma coisa intensa, mas estou orgulhosa e acho que a segunda temporada vai ser ainda melhor!

Zach Sang Show:

A deixar:

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Entrevista + jogos:

Sobre a semana de promo que fez: “Sim, fim alguma promo desta vez, o ano passado dei um tempo, e agora voltar aos poucos com as coisas que tenho trabalhado  é bom!

Sobre Bad Liar: “Para ser honesta, os escritores com quem eu mais trabalho são a Julia Michaels e o Justin Tranter, não sei se algum de vós já o conheceu, eles ajudaram-me muito com o Revival e com o som, mas começa sempre connosco a falar, e começo a dizer donde estou e quais são as minhas forças e começamos a pensar sobre que tipo de música seria refrescante, diferente e não soar como as outras músicas na rádio , mas isso já foi há um ano, então ver isso agora, claro que ainda soa igual, e usamos uma amostra de uma das melhores bandas de sempre, os Talking Heads, sem pressão nenhuma, mas nós tivemos a bênção deles e eu fiquei muito feliz. É muito estranho porque esta canção, a música com o Kygo e a próxima que vou lançar, é tudo muito diferente.”

Sobre o novo single e Who Says: Sabes o que é difícil? Superar “Who Says”, particularmente quando se fala da sua mensagem e aquilo que essa música fez por mim e é uma boa música e é difícil de superar, porque o que essa música fez pelas pessoas e por mim, é uma música tão poderosa e eu posso dizer que o novo single é completamente o  oposto de Who Says. O interessante é que essa música andou muito tempo pelo mercado à procura de um artista, e naquele tempo, e com a minha carreira, acho que não era a primeira escolha para muitas pessoas  e eu lembro-me de pensar: ” Eu sei que as pessoas vão amar esta música, mas os meus fãs são mais novos e estão a começar a passar por isto” e eu lutei tanto por ela porque queria que fosse para todas as gerações e não que fosse apenas para um tipo de geração. A música ajudou-me e acho que também ajudou muitas outras pessoas! Acho que essa música nunca vai ser esquecida, ainda estávamos a falar sobre isso noutro dia, quando estávamos a falar sobre uma possível tournée e acho que essa música vai ser uma das que eu sempre vou querer cantar. É assim que me sinto! É linda e estou orgulhosa disso.”

Sobre muitos produtores querem trabalhar com ela hoje em dia e como a sua vida pessoal e a sua fama contribuiram para isso: ” Acho que o que tem sido interessante nesta transição, é que eu tenho tido muitos altos e baixos, acho que é evidente e que as pessoas vêm isso, eu cresci à frente das pessoas, ver o que eu fiz com o Revival, e claro que tenho de dar à Interscope muitos créditos, por causa do quanto eles acreditaram em mim, eu queria soar como uma artista, e acho que eu não sabia quem eu era e estava a tentar descobrir, acho que o Revival foi o passo certo. Fizemos a música que eu queria fazer, descobrimos onde eu queria ir e a partir desse momento tudo começou a evoluir e a minha música a crescer. Aprendi a defender o que eu queria, acho que no passado era difícil pois tinhas de aceitar tudo da maneira que te mandavam, porque com a idade de 15, 16 e 17 acho que vais ser muito influenciada pelos adultos que te dizem “É isto que as pessoas querem ouvir, faz esta música, trabalha com este produtor apenas porque vai ser ótimo!” e quanto mais velha vais ficando ficas mais do tipo ” Não é não estou a ficar inspirada com isso, isto não sou eu, não sinto que esteja a ser autêntica, eu não quero isto!”. Agora dou concertos para pessoas na idade dos 20 anos e sei que eles estão a passar pelas mesmas fases que eu e ia ser ridículo eu estar a dizer-lhes que a vida ia ser fantástica, que tudo vai correr bem. Acho que ninguém só passe por momentos bons nos seus 20 anos, porque estás a evoluir e a mudar, eu olho para eles e inspiro-me! Sou muito fã da terapia, de tirar um tempo para mim mesma, acho ótimo rodeares-te de pessoas que te ajudem,e como eu disse, eu tirei tempo para mim mesma, é assustador, é muito assustador dizer “Hey, não vou fazer mais isso, já o tenho feito desde que tinha 17 anos, quero dar uma pausa, espero que toda gente na minha equipa apoie isso, se não não vou estar feliz, não vai valer a pena. Tinha que cuidar de mim! Acho que é muito assustador dizer que vais a um terapeuta, mas quando vais deixa de o ser, é como estares a falar com o teu reflexo num espelho e aceitares as coisas que não queres aceitar sobre ti, sobre as situações em que te colocas, eu sei que há vezes em que digo para mim mesma ” Eu sei porque estás a fazer isso”, e acho que isso é bom, teres um diálogo contigo próprio. Sem essa terapia acho que estaria mais perdida e que não estaria confortável na minha pele, tenho muita pressão sobre mim, como toda gente tem, e eu senti que já estava farta disso e acho que não conseguiria aguentar isso tão bem como o estou a aguentar agora, acho que me está a dar mais controlo. Quando ouvi Bad Liar pela primeira vez na rádio foi tão refrescante, não sei se essa é a palavra certa para usar, mas amo que seja diferente, quero que sintam que a minha música pode ir para qualquer lado, eu amo lançar músicas e às vezes as pessoas não saberem que sou eu, há tanto mistério nisso e acho que é importante! Eu amo letras de músicas, acho que a música e a melodia, eu amo o hip-hop, todos os tipos de música, mas às vezes ficas tão concentrado na produção que te esqueces das palavras e eu amo trabalhar nas minhas composições para terem algum significado. Acho que com 15 anos não tens maturidade suficiente para cantares sobre algum assunto da tua vida, tens algumas experiências e momentos na tua vida que podem deitar-te abaixo e que se podem refletir na tua música, como é o caso de The Heart Wants What it Wants pois pensei ” Não há maneira nenhuma de lançar uma música alegre, pois eu não estou feliz, estou a passar por um dos momentos mais difíceis da minha vida”, e eu coloquei isso na minha arte, e estou orgulhosa disso e acho que há pessoas que pensaram que não estavam sozinhas o que é ótimo, é tão fixe conseguires conectar-te com pessoas que te entendem, as pessoas precisam de saber disso. Acho que isso mostre às mulheres que há uma certa força em ser vulnerável, porque acho que as pessoas têm medo de mostrar os seus sentimentos, tipo ” Sê forte, sê fixe, sê confiante, sê bom!” e é muita pressão, acho que queria estar num lugar em que pudesse ser honesta com as pessoas, era tudo o que queria, acho que as pessoas merecem isso e não sou boa em sentar-me num sofá e falar sobre coisas que não me importam, e isto vai ser uma palavra muito estranha para definir, mas isto vai ser o meu testemunho, é meio que aquilo pelo que eu passei. Sim eu passei por muita coisa, mas vou continuar a fazer o que amo se eu não gostar de fazer isto eu paro, mas eu amo e não vou deixar ninguém estragar isso, e quero continuar a fazer, e a fazer bem. Os meus fãs, a minha família, os meus amigos, a minha equipa, eles deram-me força, e toda gente merece ser forte! Quando eu disse na minha entrevista da Vogue que ” Mal posso esperar o dia em que as pessoas se esqueçam de mim”o que queria realmente dizer era que se importassem tanto sobre certas coisas, eu acho que sou tão apaixonada pelo que faço, mas há vezes em que me tenho de esforçar para não falar porcaria nenhuma, mas é uma coisa complicada, eu amo o que faço, não queria fazer outra coisa da vida, não estou, de todo, a reclamar, mas sim, há momentos em que seria mais fácil afastar-me um pouco deste mundo. Se eu pudesse eliminar algo da fama, eliminava a invasão, eu percebo, mas acho que as pessoas precisam do seu espaço, e o seu tempo, e não estou a falar só sobre mim, acho que todos deveríamos ter esses momentos. Se estás a fazer promo, tens de te habituar a responder a perguntas sobre a tua vida pessoal, vamos ser realistas, se eu vou a algum mercado com as minhas amigas porque vamos fazer um churrasco, tudo bem. O que quero que as pessoas se lembrem sobre mim é o meu coração, eu queria que toda gente soubesse que eu amo toda gente, amo relações, as amizades! Acho que algumas pessoas não prestam e outras são do melhor, mas é assim que aprendes na vida, amo apoiar as pessoas porque não sabes o que elas estão a passar e eu sinto que o meu coração sempre se importou com as pessoas, eu não sei, sei que pode parecer lamechas, mas sei que há alguma razão pela qual me deram esta plataforma, não há melhor sentimento no mundo do que fazer alguém sorrir, há momentos em que posso fazer crianças sorrirem e outras pessoas também e eu fico do tipo ” Uau não acredito que eu posso fazer isto!”. Faz tudo valer a pena!

Sobre qual é o papel que a igreja ocupa na sua vida: “É complicado de explicar, mas acho que não acredito tanto na religião como acredito na fé, que é ter uma relação com Deus, nunca fui uma pessoa de “É assim que as coisas devem ser!” Apenas experimentei coisas na minha vida em que há buracos, que ninguém, sem ser Deus, pode preencher, e sei que se não tivesse a fé que eu tenho, não teria conseguido superar tempos difíceis da minha vida e fazer determinadas coisas. É um amor universal, e mais ninguém pode ocupar esse lugar. Acho que todas as pessoas deveriam ter a oportunidade de descobrir a sua religião sozinhos, sem pressão de ninguém!”

Sobre o videoclipe de Bad Liar: “Eu fiz um pequeno vídeo para o Spotify, e vamos lançar o oficial mais para à frente, é interessante porque está tanta coisa a acontecer-me e ao meu conteúdo, e eu estava criativamente frustrada porque não sabia em que direção queria que o meu trabalho fosse. E com este novo capítulo na minha carreira musical, queria ser mais fria, então a Petra Collins, que é uma das melhores pessoas que existe, ela é fotógrafa, ela é da minha idade e é de Toronto, eu aproximei-me dela, e ela inspira-me. Ela tira umas fotos que são tão reais, que não têm muita edição, e ela meio que me ajudou a criar algumas ilustrações dos meus próximos trabalhos, e ela ajuda-me muito e tenho muito em conta a opinião dela, então meio que encontrei a minha parceira no crime, ela gravou algumas coisas que fizemos, são um pouco estranhas e diferentes daquilo que eu estou habituada, mas é lindo!”

Sobre se as músicas do seu novo álbum estão relacionadas: ” Sim, um bocado! Porque as melodias são todas tão diferentes, há este tema, porque estás a ver visualmente aquilo que o conteúdo é, e agora as pessoas são tão rápidas e está tudo a mudar todos os dias. Eu só quero falar das coisas que me importo e deixar a música falar por ela mesma e quero fazer justiça com a música,  porque atualmente as pessoas já nem fazem tantos vídeos desses glamorosos e quentes, muitos deles são obras de arte! As músicas que vou lançar agora contam histórias, porque acho que sou uma das pessoas que mais se emociona no mundo, mas estou bem em relação a isso, acho que é uma das minhas melhores e piores qualidades, é quem eu sou, há um tipo de emoção em cada música, e que tem paixão! Quando eu voltei da minha pausa, ouvi algumas músicas que tinha gravado antes e foi estranho ver donde estava, e quando eu voltei ao estúdio comecei de 0 e foi tão bom ver donde estava e ver para donde vou, mas mal posso esperar, porque acho que já tenho um álbum preparado, estou apenas a tentar descobrir a direção que vai seguir. Acho que as maiores diferenças entre as músicas que gravei antes de tirar a minha pausa e as que gravei depois são o tipo de histórias, e até mesmo o modo em que eu as canto, foi muito difícil! Eu tenho que lidar com isso todos os dias, e muitas raparigas passam por muita coisa, e rapazes claro, as tuas inseguranças, há certas músicas que eu escuto e tenho a certeza que estava tão confiante naquela sala e a dar tudo de mim, e há outras que oiço e penso: ” Fogo eu sentia-me uma porcaria!”. O meu coração não se sentia bem nessas músicas e isso aplica-se também às minhas composições, foi interessante! Algumas dessas músicas eu vou lançar agora, partilhar com os meus fãs, porque não são obscuras são honestas, bonitas e representavam como eu me sentia naquela época, e eu gosto dos vocais, gosto que eles soem genuínos! Gosto de manter os meus relacionamentos separados das minhas composições, acho que como uma jovem adulta, eu já estava solteira há 4 anos, e eu faço questão de certificar-me que tudo aquilo que faço eu faço-o por mim mesma! Eu amo ser inspirada por pessoas com quem me importo e amo, mas tenho de me certificar que estou a fazer isso por mim, porque a partir do momento em que eu fizer algo que eu tinha sido influenciada a fazer por outra pessoa, acho que isso não ia resultar, então acreditando ou não, gosto de manter isso muito separado, o que é bom! Estou no meu mundo, este é o meu trabalho! Às vezes toco as músicas que gravo para algumas pessoas outras vezes não, acho que tem tudo a ver com o que estou a sentir nesse momento, às vezes só sou eu no estúdio e algumas pessoas com quem trabalho durante meses, e quando me orgulho de uma música mostro-lhes para eles verem donde estou na minha vida e também para saber o que eles acham!”

Sobre sair em tournée novamente: “Eu sinto muita falta, mas primeiro quero descobrir como é que a música, e o álbum e o resto vai sair antes, acho que é essa a minha prioridade, e quero certificar-me que lhe faço justiça, há muitas músicas que eu quero ter a certeza que as consigo cantar,e há muita coisa que eu quero mandar embora, e que eu tive de cantar no passado, quero ter a certeza que estou preparada para isso, mas eu sinto muita falta! É tão engraçado preparar a setlist de uma tournée porque sempre encontra alguma maneira de reinventar as músicas que eu faço, e vou ser honesta, há músicas que eu não quero voltar a cantar nunca mais, e isso representa o meu crescimento. Eu já não canto Naturally há tanto tempo, eu não sei se essa música vai fazer parte da setlist, essa era uma das minhas preferidas!”

Sobre a diferença da sua voz em Bad Liar: “Eu vivo no mid-tempo, às vezes a Interscope, quando já estou há muito tempo no estúdio, começa-me a perguntar se eu não posso fazer músicas mais divertidas e mais rápidas, estou bem com isso, mas é no mid-tempo que me sinto mais confortável! Gosto de me desafiar a mim mesma para saber onde estão as minhas forças, eu sei em que tipo de músicas não presto e aquelas em que eu muito boa, e acho que eu a contar histórias e a ficar íntima com uma música é onde as minhas forças estão, eu gosto de desafiar-me e gosto que a minha voz tenha um tom bastante específico, e gosto de explorar isso!”

Sobre quando vai fazer uma performance de Bad Liar ao vivo: ” Eu quero muito fazer uma, mas estou a trabalhar em algumas coisas pessoais, e estamos a tentar descobrir qual vai ser o próximo passo, mas sim porque há tantas ideias que eu quero, e para mim, não estar em todos os lados tem sido bom para mim mentalmente, mas quando acontecer tem de ser muito especial! Estou a tentar fazer uma coisa que seja específica e única!”

Sobre o seu trabalho como produtora executiva: Então é assim, 13 Reasons Why era um livro que eu e a minha mãe comprámos há sete anos, a minha mãe encontrou-o e originalmente ia ser adaptado para filme, e eu ia ser a Hannah, e muitas pessoas não queriam falar sobre este assunto, porque era difícil, não é fácil fazer um filme com isso e demorou bastante tempo para encontrar os parceiros certos, que foram a Paramount e depois a Netflix, conseguimos a melhor equipa de escritores e criámos! Não estava à espera que se tornasse popular e causou muita controvérsia. Acho que é preciso saber o porquê disso, porque visto que é um tema difícil de se falar, as pessoas formaram a sua opinião sobre isso. Fizemos justiça ao livro, e infelizmente e felizmente é disso que o livro falava e para a segunda temporada vão haver muitas perguntas que vão ser respondidas, e vão haver muitas resoluções e repercussões. Quando fomos à sala dos escritores eles disseram-nos qual era o caminho que cada personagem ia seguir, e eu não sou escritora, não me vou sentar lá e começar a escrever uma série, mas eu queria ter a certeza de que todos estavam informados sobre o assunto que a séria retrata, donde deixámos os personagens na história e donde os vamos levar, então é divertido fazer parte disso e abraçar esse assunto, porque estou muito orgulhosa. Acho que como produtora executiva quero fazer apenas coisas pelas quais eu sou apaixonada, não precisa de ter uma mensagem tão intensa como 13 Reasons Why, mas começamos a procurar livros e artigos e eu e a minha mãe somos parceiros no crime quando se trata sobre isso, ela tem um bom olho!”

Sobre quando vai voltar a fazer filmes: “Não sei, é que é um mundo diferente do da música, porque na música dizem “Liberta-te, anda por aí a falar sobre isso!” e com os filmes estão sempre a dizer-te ” Tu não podes contar isto a ninguém, nunca! Só daqui a 8 meses.”. É como se não tivesse trabalho nessa indústria neste momento. Talvez amanhã, mas é um mundo tão estranho, um espaço muito esquisito, mas eu amo, e tenho saudades disso, foi o meu primeiro amor!”

Sobre uma reunião d’Os Feiticeiros de Waverly Place: ” Nah, mas está tudo bem, não sabíamos que fosse uma coisa que tivesse tanta importância quando falei com o David Henrie, o meu irmão mais velho na série. Eu percebo, estou tão orgulhosa, foi tão divertido mas estávamos apenas a jantar e comentar sobre onde os nossos personagens estariam neste momento, estamos todos tão velhos, o David casou-se, estamos todos em situações tão diferentes nas nossas vidas. Eu amo os meus fãs mais novos, as crianças são honestas e eu amo-as!”

Sobre ser a mais seguida do Instagram: ” Eu não sei responder a perguntas sobre isso, é tão estranho, eu sinto, eu não sei, o Instagram ia ser uma aplicação que eu iria ter não importa os seguidores, amo estar conectada com as pessoas, amo o conteúdo, tiro muita da minha inspiração de alguns perfis de lá, seja de comida ou de treinos, motiva-me! É muito viciante mas é muito intenso às vezes! Sinceramente eu não sei porque é que as pessoas me preferem em mim (invés de preferirem a Beyoncé, ou Taylor Swift), mas eu amo-as! Eu sigo-as, e é tão estranho dizer isso! Eu tinha um Instagram falso, mas agora já não existe, fiquei demasiado stressada, é demasiado ás vezes!”

Sobre as fotografias que os paparazzis tiraram quando a Selena foi jantar com o Abel com o vestido preto donde, com os flashes, ficava transparente: “Eu não sabia que dava para ver! Então essa parte foi mais “Ohh, merda!”. Mas isso acontece, é vida! Eu não antecipo nada disso, acho hilariante e muito constrangedor, eu acho que nunca me vou habituar, eu acho que é uma dessas coisas que eu percebo mas sinto-me estranha em reclamar sobre isso porque…sei lá, eles poderiam estar a fazer coisas mais importantes no mundo, e isso deveria ser a última coisa com que eles se deveriam preocupar, mas tudo bem, acho que é o que é! É tão estranho e triste, mas genuinamente acredito que vai haver uma nova onda de pessoas, e é assim que isto funciona. Quero sempre fazer o que eu amo e ser apaixonada por isso, mas há fases diferentes na vida e eu já vi algumas, aliás, toda gente já as viu, é como isto funciona! A primeira vez que tive paparazzis atrás de mim fiquei assustada porque pensei que estavam a fugir de alguém, que as estavam a atacar, fiquei muito nervosa, foi aí que a minha ansiedade começou, amo estar com pessoas que me façam rir, que me façam sentir confortável, mas acho que nunca houve nenhum momento em que gostei dos paparazzis, porque ás vezes eles são cabrõ*s, são malvados, mas outras vezes são simpáticos 


On Air with Ryan Seacrest:

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Fontes: Instagram, Twitter, YouTube, AMP, SPL, Instar & X17 | Tradução & Adaptação de Texto: Selena Gomez Portugal



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